
O ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Maior pontuador da história olímpica, ele somou 1.093 pontos em cinco edições dos Jogos.
Ícone do basquete, acumulou mais de 49 mil pontos na carreira e é o segundo maior cestinha da história, atrás apenas de LeBron James.
Pela seleção brasileira, disputou Olimpíadas entre 1980 e 1996. Em 1987, liderou a histórica vitória sobre os EUA no Pan de Indianápolis, com 46 pontos.
Schmidt recusou jogar na NBA para seguir defendendo o Brasil. Atuou por clubes como Sírio, Palmeiras e o italiano Juvecaserta.
Diagnosticado com câncer no cérebro em 2011, enfrentava problemas de saúde nos últimos anos. Conhecido como “Mão Santa”, deixa um legado inesquecível no esporte.
Desde o diagnóstico de câncer no cérebro em 2011, Oscar enfrentou a doença com a mesma resiliência que demonstrava nos treinos. Chegou a anunciar em 2022 que havia interrompido a quimioterapia por decisão própria, gerando comoção entre fãs e familiares, mas que seguia saudável.
Oscar deixa a esposa Maria Cristina, com quem foi casado por mais de quatro décadas, e seus filhos Filipe e Stephanie, e uma legião de fãs espalhados pelo mundo inteiro.











